segunda-feira, 8 de outubro de 2018

RS Negro-Gabrieli e Rebeca

RS NEGRO – CARTOGRAFIAS SOBRE A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

RS Negro

1- Onde Francisco residia? Como onde trabalhava Francisco? Qual
proposta os farrapos fizeram a Francisco? Pág. 62

Francisco residia em Piratini e, como muitos outros escravos das redondezas, serviu na guerra como soldado, aliás, lanceiro.Incorporados às tropas, os africanos foram levados à casa de um irmão de Bento Gonçalves, onde lhe disseram que se lutassem no exército farroupilha receberiam liberdade. Desta forma,tomaram conhecimento da proposta dos Farroupilhas de conceder
liberdade a todos os escravos que lutassem em suas fileiras, ficando
esta liberdade condicionada ao término da guerra.


2- Alistado, como Francisco conseguiu a liberdade? Pág. 63

Alistado, Francisco passou a fazer parte de um dos corpos de lanceiros e em uma das incursões dos mesmos a Montevidéu o oficial responsável pelas tropas dispensou todos os negros por não possuir
dinheiro para pagar seus soldos. Em função disso, disse a todos os escravos que “estavam livres”, tendo os mesmos recebidos “papéis” individuais.

3- Em qual sentido assistimos um processo de releitura da história
do Rio Grande do Sul? Pág. 65

Nos últimos anos, assistimos a um processo de releitura da história do Rio Grande do Sul,  especialmente no sentido de ressaltar a diversidade de sua composição étnica através da incorporação de índios, negros e mestiços à produção historiográfica, como integrantes e importantes contribuintes à formação social da região.


4- O que informava o relato do imigrante alemão João Daniel
Hillebrand? Pág. 66

O relato de João Daniel Hillebrand, imigrante alemão e Diretor Geral da Colônia de São Leopoldo, é revelador da composição étnica da tropa que tomou Porto Alegre no dia 20/09/1835. Em depoimento da época, informava aos seus “patrícios alemães que uma partida, pela maior parte composto de
negros e índios” estaria ameaçando as autoridades da Província.

5- Como eram recrutados a maioria dos escravos? De quais
formas se dava a arregimentação? Pág. 67

Esses escravos eram na sua maioria recrutados entre os negros campeiros e domadores da região sul do Estado, especialmente nas proximidades da Serra dos Tapes e do Herval, e nas localidades de
Piratini, Caçapava do Sul, Encruzilhada do Sul, Arroio Grande e Canguçu, como podemos perceber na história do africano Francisco. A arregimentação se dava de várias formas: através da solicitação de escravos a senhores simpáticos à causa farrapa, pela captura forçada de negros pertencentes a proprietários leais ao Império e via sedução com a promessa de alforria, o que acabava por ocasionar o engajamento voluntário de cativos que fugiam de seus senhores, vislumbrando no exército farroupilha uma possibilidade de liberdade.Ou, ainda, poderiam adentrar as tropas em substituição de indivíduo livre convocado, o qual podia oferecer um escravo com carta de alforria para lutar em seu lugar.O relato do escravo de nação

6- Copie o depoimento do italiano Giuseppe Garibaldi. Pág. 69

Este corpo de lanceiros, composto em geral de negros livres da república, e escolhidos entre os melhores domadores de cavalos da província, tinha unicamente os oficiais superiores brancos, e
nunca o inimigo havia visto as costas destes filhos da liberdade. As suas lanças, que eram maiores do que as comuns, os seus rostos pretos como o azeviche, os membros robustos e a sua disciplina exemplar faziam deles o terror dos inimigos.


7- Explique sobre o documento conhecido por “Carta de
Porongos”. O que revelaria seu conteúdo?Pág.70

Alguns anos depois, a divulgação de uma correspondência atribuída a este conflito deu início a uma polêmica sobre o seu caráter.39 Tal documento, que ficou conhecido como “Carta de Porongos”,4 0 teria sido enviado pelo Barão de Caxias (Presidente da Província do Rio Grande do Sul e Comandante-em-Chefe do Exército imperial na região) a Moringue. O seu conteúdo revelaria a existência de um acordo prévio entre o Barão e as lideranças farroupilhas, visando facilitar a ofensiva imperial contra os lanceiros acampados em Porongos e acabar com o conflito que se arrastava há quase uma década. Em determinado trecho da correspondência, Caxias informaria a Francisco Pedro o local, dia e horário para o ataque, garantindo-lhe que a infantaria farroupilha estaria desarmada pelas suas lideranças.

Silvia e Carol (RS Negro)

RS NEGRO – CARTOGRAFIAS SOBRE A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO



1- Onde Francisco residia? Como onde trabalhava Francisco? Qual
proposta os farrapos fizeram a Francisco? Pág. 62

Residia em piratini e como muitos outros escravos da redondezas,serviu na guerra como lanceiro,Francisco trabalhava nas lavouras de seu amo,
proprietário de algumas terras na cidade de Canguçu.proposta dos Farroupilhas de conceder
liberdade a todos os escravos que lutassem em suas fileiras, ficando
esta liberdade condicionada ao término da guerra.

2- Alistado, como Francisco conseguiu a liberdade? Pág. 63

Alistado, Francisco passou a fazer parte de um dos corpos de
lanceiros e em uma das incursões dos mesmos a Montevidéu o oficial
responsável pelas tropas dispensou todos os negros por não possuir
dinheiro para pagar seus soldos.

3- Em qual sentido assistimos um processo de releitura da história
do Rio Grande do Sul? Pág. 65

Nos últimos anos, assistimos a um processo de releitura da
história do Rio Grande do Sul, especialmente no sentido de ressaltar a
diversidade de sua composição étnica através da incorporação de
índios, negros e mestiços à produção historiográfica, como integrantes
e importantes contribuintes à formação social da região.

4- O que informava o relato do imigrante alemão João Daniel
Hillebrand? Pág. 66

Em depoimento da época, informava aos seus
“patrícios alemães que uma partida, pela maior parte composto de
negros e índios” estaria ameaçando as autoridades da Província
(BENTO, 1975, p. 172). Afirmou ainda que a “força dos revoltosos
que se apresentaram próximo à Azenha e que depois entraram na
Cidade de Porto Alegre, não excedia de 80 a 90 pessoas, índios, negros
e mulatos, a maior parte armadas de lanças” (CARRION, 2003, p. 5).

5- Como eram recrutados a maioria dos escravos? De quais
formas se dava a arregimentação? Pág. 67

Esses escravos eram na sua maioria recrutados entre os negros
campeiros e domadores da região sul do Estado, especialmente nas
proximidades da Serra dos Tapes e do Herval, e nas localidades de
Piratini, Caçapava do Sul, Encruzilhada do Sul, Arroio Grande e
Canguçu, como podemos perceber na história do africano Francisco.33
A arregimentação se dava de várias formas: através da solicitação de
escravos a senhores simpáticos à causa farrapa, pela captura forçada
de negros pertencentes a proprietários leais ao Império e via sedu-
ção com a promessa de alforria, o que acabava por ocasionar o
engajamento voluntário de cativos que fugiam de seus senhores,
vislumbrando no exército farroupilha uma possibilidade de liberdade.

6- Copie o depoimento do italiano Giuseppe Garibaldi. Pág. 69

O conhecido depoimento do italiano Giuseppe Garibaldi, porém, me-
rece destaque:
Este corpo de lanceiros, composto em geral de negros livres da
república, e escolhidos entre os melhores domadores de cavalos
da província, tinha unicamente os oficiais superiores brancos, e
nunca o inimigo havia visto as costas destes filhos da liberdade.
As suas lanças, que eram maiores do que as comuns, os seus
rostos pretos como o azeviche, os membros robustos e a sua
disciplina exemplar faziam deles o terror dos inimigos (DUMAS,
1947, p. 30).

7- Explique sobre o documento conhecido por “Carta de
Porongos”. O que revelaria seu conteúdo? Pág. 70 

Alguns anos depois, a divulgação de uma correspondência
atribuída a este conflito deu início a uma polêmica sobre o seu
caráter.39 Tal documento, que ficou conhecido como “Carta de
Porongos”,4 0 teria sido enviado pelo Barão de Caxias (Presidente da
Província do Rio Grande do Sul e Comandante-em-Chefe do Exército
imperial na região) a Moringue. O seu conteúdo revelaria a existência
de um acordo prévio entre o Barão e as lideranças farroupilhas,
visando facilitar a ofensiva imperial contra os lanceiros acampados
em Porongos e acabar com o conflito que se arrastava há quase
uma década. Em determinado trecho da correspondência, Caxias
informaria a Francisco Pedro o local, dia e horário para o ataque,
garantindo-lhe que a infantaria farroupilha estaria desarmada pelas
suas lideranças.







RS Negro ( Indiara e Bruna)

RS NEGRO – CARTOGRAFIAS SOBRE A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

1- Onde Francisco residia? Como onde trabalhava Francisco? Qual
proposta os farrapos fizeram a Francisco? Pág. 62
Francisco residia em Piratini e, como muitos outros escravos das redondezas,serviu na guerra como soldado, alias, lanceiro. nada de novo transcorria na vida de francisco se não foce a guerra para afetar o dia a dia província sulina há alguns anos. Francisco trabalhava nas lavouras de seu amo,proprietário de algumas terras na cidade de canguçu. A proposta dos farrapos foi em que, se francisco lutasse em seu exercito, concediam a sua liberdade e a de outros escravos, depois da guerra. 

2- Alistado, como Francisco conseguiu a liberdade? Pág. 63
Alistado, Francisco passou a fazer parte de um dos corpos de
lanceiros e em uma das incursões dos mesmos a Montevidéu o oficial
responsável pelas tropas dispensou todos os negros por não possuir
dinheiro para pagar seus soldos. Em função disso, disse a todos os
escravos que “estavam livres”, tendo os mesmos recebidos “papéis”
individuais.

3- Em qual sentido assistimos um processo de releitura da história
do Rio Grande do Sul? Pág. 65
 Nos últimos anos, assistimos a um processo de releitura da
história do Rio Grande do Sul, especialmente no sentido de ressaltar a
diversidade de sua composição étnica através da incorporação de
índios, negros e mestiços à produção historiográfica, como integrantes
e importantes contribuintes à formação social da região.

4- O que informava o relato do imigrante alemão João Daniel
Hillebrand? Pág. 66 
 O relato de João Daniel Hillebrand,imigrante alemão e Diretor Geral da Colônia de São Leopoldo, é revelador da composição étnica da tropa que tomou Porto Alegre no dia 20/09/1835. Em depoimento da época, informava aos seus “patrícios alemães que uma partida, pela maior parte composto de negros e índios” estaria ameaçando as autoridades da Província
(BENTO, 1975, p. 172).

5- Como eram recrutados a maioria dos escravos? De quais
formas se dava a arregimentação? Pág. 67
A arregimentação se dava de várias formas: através da solicitação de escravos a senhores simpáticos à causa farrapa, pela captura forçada de negros pertencentes a proprietários leais ao Império e via sedução com a promessa de alforria, o que acabava por ocasionar o engajamento voluntário de cativos que fugiam de seus senhores,vislumbrando no exército farroupilha uma possibilidade de liberdade.

6- Copie o depoimento do italiano Giuseppe Garibaldi. Pág. 69
Este corpo de lanceiros, composto em geral de negros livres da
república, e escolhidos entre os melhores domadores de cavalos
da província, tinha unicamente os oficiais superiores brancos, e
nunca o inimigo havia visto as costas destes filhos da liberdade.
As suas lanças, que eram maiores do que as comuns, os seus
rostos pretos como o azeviche, os membros robustos e a sua
disciplina exemplar faziam deles o terror dos inimigos (DUMAS,
1947, p. 30).

7- Explique sobre o documento conhecido por “Carta de
Porongos”. O que revelaria seu conteúdo? Pág. 70
“Carta de Porongos”,4 0 teria sido enviado pelo Barão de Caxias (Presidente da
Província do Rio Grande do Sul e Comandante-em-Chefe do Exército
imperial na região) a Moringue. O seu conteúdo revelaria a existência
de um acordo prévio entre o Barão e as lideranças farroupilhas,
visando facilitar a ofensiva imperial contra os lanceiros acampados
em Porongos e acabar com o conflito que se arrastava há quase
uma década.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

REINO DE GANA-Silvia e Carol

REINO DE GANA
http://brasilescola.uol.com.br/geografia/gana.htm
http://profissaohistoria.blogspot.com.br/2013/11/o-reino-de-gana.html


1- De onde vem o nome do reino (Gana)?

Costuma-se dizer que a origem do Reino de Gana remonta aos soninquês. O soninquê é um povo que habitou o Saara Ocidental antes dessas áreas se desertificarem - antes de Cristo.

2- Descreva a localização de Gana. Inserir um mapa.

   O Reino de Gana ficava na região oeste da África, na área que compreende hoje o Mali e o sul da Mauritânia


3- Como começaram a superar as dificuldades geográficas?
As dificuldades geográficas explícitas da região começaram a ser superadas quando as populações da África Subsaariana (ou África negra) passaram a ter contato com a porção norte do continente


4- Qual a origem reino de Gana? Quem é soninquê?

Costuma-se dizer que a origem do Reino de Gana remonta aos soninquês. O soninquê é um povo que habitou o Saara Ocidental antes dessas áreas se desertificarem - antes de Cristo.

5- Quando e como o reino de Gana alcançou a altura de sua
grandeza?

O Reino de Gana alcançou a altura de sua grandeza durante o reinado de Tenkamenin (1037 – 1075). Através de sua administração cuidadosa do comércio de ouro pelo deserto do Saara na África Ocidental, o império de Tenkamenin floresceu economicamente. Mas sua maior força estava no governo. 


6- Como acontecia a sucessão do trono? Explique.
Quanto à sucessão ao trono, ela era matrilinear: era o filho da irmã do rei que lhe sucedia. Segundo Ki-Zerbo, o escritor árabe Al Bakri diz que era para assegurar que o sucessor fosse sempre de sangue real, já que seu filho poderia não ser realmente seu filho. Mas Ki-Zerbo também cita Cheik Anta Diop, para dizer que o sistema matrilinear foi prática comum aos povos africanos e ligada ao seu caráter agrícola e sedentário.


7- O que faziam quando morria o gana? Explique.

Quando morria o gana, erguia-se uma grande cabana de madeira para acolher seu corpo. Ali se colocavam suas vestes, suas armas, os objetos que usara para comer e beber, e comida e bebidas. Conduziam-se para dentro do que seria o túmulo os criados que tinham servido ao rei. Ki-Zerbo diz que isso era para prevenir que não ocorreriam envenenamentos. Vedava-se a porta. O povo jogava terra sobre a cabana, até que houvesse uma espécie de colina. Ao redor, cavava-se um fosso. Ao morto, eram oferecidos sacrifícios humanos e bebidas fermentadas.


8- Quando o reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais
de crise?

O reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais de sua crise com o esgotamento das minas de ouro que sustentavam a sua economia. Além disso, após o século VIII, a expansão islâmica ameaçou a estrutura centralizada do governo. Os chamados almorávidas teriam empreendido os conflitos que, em nome de Alá, desestruturaram o Reino de Gana. A partir de então, os reinos de Mali, Sosso e Songai disputariam a região.

9- Como o reino de Gana foi dividido? Explique.
Em nome do Islamismo, os berberes, da dinastia dos almorávidas, vindos do Magrebe, atacaram e conquistaram Kumbi Saleh, rompendo a unidade do reino que a partir de então ficou dividido numa parte Norte muçulmana, comandada pelos almorávidas, e uma parte Sul, comandada pelos soninquês, onde se refugiaram os não muçulmanos.




10- Pesquise sobre as religiões de Gana e escreva
explicando.

 Gana - Até a chegada dos europeus na costa de Gana no século XIV, a religião que era praticada em Gana foi a religião tradicional Africano. Como os europeus explorados e assumiu o controle de partes do país durante o período colonial, assim como sua religião - o Cristianismo se espalhou.

·       Nessa região, as religiões são distribuídas dessa maneira:Cristianismo, 57,6% (protestantes, 24%, independentes, 15,7%, outros, 12,6%, sem filiação, 5,3%), crenças tradicionais, 22,1%, islamismo, 19,8%, sem religião e ateísmo, 0,5%.

   Denominações cristãs: incluem católicos, metodistas, anglicanos, presbiterianos, luteranos, adventistas do sétimo dia, pentecostais, batistas etc.
   Islamismo: tem sua maior sequência no norte do país.Existem três ramos principais do Islã no país: Ahlussuna,Tijanis e Ahmadis.
    Mulçumanos: Um pequeno número de muçulmanos são xiitas.
    Tradicionais:Em muitas partes do país, ainda há a prática de religiões tradicionais. Eles geralmente envolvem a crença em um ser supremo, juntamente com outros deuses inferiores.
    Há também percentagens muito pequenas de outras religiões, em Gana, incluindo Jeová Testemunha, Fé Baha'i, budismo, judaísmo, hinduísmo, xintoísmo, Shoshu Ninchiren Soka Gakkai, Sri Sathya Sai Baba Sera, Sat Sang, Eckanker, a Missão Luz Divina, Hare Krishna e Rastafarianismo. 





Curso Normal NB / Marina e Victória - O trabalho escravo no Brasil

O Trabalho Escravo no Brasil

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O trabalho escravo é uma grave violação de direitos humanos, que tem levado milhões de seres humanos a serem explorados e submetidos a condições desumanas, causando o enriquecimento ilícito de outras.
Em 1888, a Princesa Isabel declarou a lei Áurea extinta a escravidão legalizada no Brasil. Mas o trabalho escravo prosseguiu de forma ilegal e novas formas surgiram em diversas regiões: nas fazendas de café do Sudeste, vitimando também os imigrantes italianos e japoneses; nas plantações de algodão e açúcar do Nordeste; no extrativismo de borracha na Amazônia.
Nas décadas de 1970 e 80, a política de ocupação da Amazônia adotada pela ditadura militar agravou o problema. Incentivos fiscais e créditos subsidiados oferecidos pela Superintendência para o Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) a empresas nacionais e multinacionais levaram à construção de muitos empreendimentos agropecuários. Fortunas em dinheiro público foram drenadas. Grandes extensões de floresta, destruídas para a criar pastos e plantações. Também houve danos enormes a comunidades indígenas, populações nativas e migrantes assalariados rurais.

O que você sabe sobre Trabalho Forçado, Jornada Exaustiva, Servidão por Dívida e Condições Degradantes?

    Sobre o livro:

  Publicada inicialmente na França em 1979, Ser escravo no Brasil teve quatro edições em português e uma em inglês antes de ter sua segunda edição em francês.
A autora Katia M. De Queiros Mattoso afirma que há duas visões sobre a escravidão brasileira: a idílica, e à contrária desta. Ela afirma ser necessário recorrer à documentação existente. (Disto percebemos a importância de fazer pesquisas, enriquecendo-as com novas fontes para se ter uma compreensão da escravidão no Brasil)
O título “Ser escravo no Brasil”, na voz passiva, já aponta um estilo: o desejo de adotar o próprio ponto de vista do escravo. Aponta a vontade de acompanhar cada passo de sua vida individual e coletiva.
O livro é divido em três partes, sendo que cada uma contêm três capítulos. A primeira pode-se dizer que aborda como o africano tornava-se escravo na África até a sua chegada aos locais que trabalharão forçosamente no Brasil. A segunda parte pode-se dizer que aborda com precisão o título do livro, aborda como era ser escravo no Brasil. A terceira parte aborda como os escravos podiam se tornar livres, e indaga se realmente se tornavam livres, ainda aborda a relação dos supostos ex-escravos com os demais seguimentos da sociedade.

Palavras-Chaves: Resistência, força e liberdade.
  • Resistência: Ato ou efeito de resistir. 
  • Força: Força é o substantivo feminino que pode significar poder, energia, impulso. 
  • Liberdade: Grau de independência legítimo que um cidadão, um povo ou uma nação elege como valor supremo, como ideal. 

A autora firma que esta nova leitura que faz do mundo dos escravos dispõe de uma documentação por certo fragmentaria, porem muito abundante. Que sem dúvida ela favorece mais o século XIX do que os anteriores. E que no Brasil não se possui qualquer depoimentos de escritos ou memórias de escravos, tão abundantes nos Estados Unidos. Mas, às fontes antigas (papéis oficiais, testemunhas dos contemporâneos, brasileiros ou estrangeiros) acrescentou-se toda uma série de documentos novos: testamentos, inventários de heranças, cartas de liberdade, processos judiciários, arquivos policiais e de associações leigas ou religiosas e as preciosas tradições orais de certas comunidades “afro-brasileiras” da atualidade.

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Autora: Katia Mytilineou De Queiros Mattoso 
( Katia M. De Queiros Mattoso / Kátia De Queiros Mattoso)

Ser Escravo no Brasil

Edição padrão, 16 set 2016
Editora brasiliense - Ano de 1990

https://www.estantevirtual.com.br/livros/katia-de-queiros-mattoso/ser-escravo-no-brasil/3450271839

https://www.amazon.com.br/Ser-Escravo-Brasil-S%C3%A9culos-XVI-XIX/dp/8532652565

https://www.dicio.com.br/

http://estudandoeasy.blogspot.com/2017/01/ser-escravo-no-brasil-mattoso-katia-pdf.html









REINO DE GAMA- Larissa Matzembacker

REINO DE GANA



1- De onde vem o nome do reino (Gana)?

O nome do reino vem da forma com que tratavam seu líder, o gana, “senhor do ouro”. Suas terras eram chamadas de Uagadu e, embora muitas fontes se refiram a Gana como um “império”, a nomenclatura é controversa. Os historiadores que a condenam defendem que impérios têm intenções expansionistas.


2- Descreva a localização de Gana. Inserir um mapa.

Gana está localizada na África Ocidental. Seu território limita-se com Burkina Faso (ao norte), Costa do Marfim (a oeste), Togo (a leste), além de ser banhado pelo golfo da Guiné, no oceano Atlântico (ao sul).
                                       Resultado de imagem para reino de gana

3- Como começaram a superar as dificuldades geográficas?

 As dificuldades geográficas explícitas da região começaram a ser superadas quando as populações da África Subsaariana (ou África negra) passaram a ter contato com a porção norte do continente. Graças à domesticação do camelo, foi possível que comunidades pastoris próximas do Deserto do Saara começassem a empreender novas atividades econômicas. Nas épocas de seca, os pastores berberes deslocavam-se para a região do Sael para realizar trocas comerciais com os povos da região.

4- Qual a origem reino de Gana? Quem é soninquê?

Costuma-se dizer que a origem do Reino de Gana remonta aos soninquês. O soninquê é um povo que habitou o Saara Ocidental antes dessas áreas se desertificarem- antes de Cristo.

5- Quando e como o reino de Gana alcançou a altura de sua
grandeza?

O Reino de Gana alcançou a altura de sua grandeza durante o reinado de Tenkamenin (1037 – 1075). Através de sua administração cuidadosa do comércio de ouro pelo deserto do Saara na África Ocidental, o império de Tenkamenin floresceu economicamente. Mas sua maior força estava no governo

6- Como acontecia a sucessão do trono? Explique.

Quanto à sucessão ao trono, ela era matrilinear: era o filho da irmã do rei que lhe sucedia. Segundo Ki-Zerbo, o escritor árabe Al Bakri diz que era para assegurar que o sucessor fosse sempre de sangue real, já que seu filho poderia não realmente seu filho.

7- O que faziam quando morria o gana? Explique.

Quando morria o gana, erguia-se uma grande cabana de madeira para acolher seu corpo. Ali se colocavam suas vestes, suas armas, os objetos que usara para comer e beber, e comida e bebidas. Conduziam-se para dentro do que sera o túmulo os criados que tinham servido ao rei. Ki-Zerbo diz que isso era para prevenir que não ocorreriam envenenamentos. Vedava-se a porta. O povo jogava terra sobre a cabana, até que houvesse uma espécie de colina. Ao redor, cavava-se um fosso. Ao morto, eram oferecidos sacrifícios humanos e bebidas fermentadas.

8- Quando o reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais
de crise?

O reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais de sua crise com o esgotamento das minas de ouro que sustentavam a sua economia. Além disso, após o século VIII, a expansão islâmica ameaçou a estrutura centralizada do governo. Os chamados almorávidas teriam empreendido os conflitos que, em nome de Alá, desestruturaram o Reino de Gana.


9- Como o reino de Gana foi dividido? Explique.

Ficou dividido numa parte Norte muçulmana, comandada pelos almorávidas, e uma parte Sul, comandada pelos soninquês, onde se refugiaram os não muçulmanos. 

10- Pesquise sobre as religiões de Gana e escreva
explicando.

Crenças tradicionais 38%, islamismo 30%, cristianismo 24% (católicos 12,1%, cristãos africanos 4,9%, protestantes 4,9%, anglicanos 2,1%), outras 8%.

Cristianismo- começou no século I como uma seita do judaísmo, partilhando por isso textos sagrados com esta religião, em concreto o Tanakh, que os cristãos denominam de Antigo Testamento. À semelhança do judaísmo e do islão, o cristianismo é considerado como uma religião abraâmica.
Hinduísmo- A história do hinduísmo na África é relativamente recente, em comparação com a história do Islão, o Cristianismo ou Judaísmo. No entanto, a presença de seus praticantes na África remonta aos tempos pré-coloniais, até a época medieval.
Islamismo- Islã tem adeptos em toda a África. É a religião dominante na África do Norte, e também proeminente na África Ocidental (sobretudo na Costa do Marfim, Gana norte, sudoeste e norte da Nigéria), no Nordeste de África e ao longo da costa da África Oriental.

Judaísmo- Existem várias comunidades Africanas adeptas do judaísmo dispersos por todo o continente Africano, incluindo o Beta Israel da Etiópia, o Abayudaya de Uganda, a Casa de Israel no Gana e os Lemba da África Austral.

Religião Tradicional- A tradicional religião africana engloba uma grande variedade de crenças tradicionais. Tradicionais costumes religiosos são, por vezes, partilhada por muitos Africanos, mas são geralmente exclusivo para grupos étnicos específicos. Muitos Africanos cristãos e muçulmanos mantem alguns aspectos de suas religiões tradicionais.



REINO DE GANA (Bruna e Indiara)


REINO DE GANA
http://brasilescola.uol.com.br/geografia/gana.htm
http://profissaohistoria.blogspot.com.br/2013/11/o-reino-de-gana.html

Respostas:



     1- De onde vem o nome do reino (Gana)?  O nome do reino vem da forma com que tratavam seu líder, o gana, "senhor do ouro". Suas terras eram chamadas de Uagadu e, embora muitas fontes se refiram a Gana como um "império", a nomenclatura é controversa. Os historiadores que a condenam defendem que impérios têm intenções expansionistas.



2- Descreva a localização de Gana. Inserir um mapa.  Gana está localizada na África Ocidental. Seu território limita-se com Burkina Faso, Costa do Marfim , Togo, além de ser banhado pelo golfo da Guiné, no oceano Atlântico.

Resultado de imagem para mapa de gana africa

3- Como começaram a superar as dificuldades geográficas?  As dificuldades geográficas explícitas da região começaram a ser superadas quando as populações da África Subsaariana (ou África negra) passaram a ter contato com a porção norte do continente. 

4- Qual a origem reino de Gana? Quem é soninquê? 

Costuma-se dizer que a origem do Reino de Gana remonta aos soninquês. O soninquê é um povo que habitou o Saara Ocidental antes dessas áreas se desertificarem- antes de Cristo.

5- Quando e como o reino de Gana alcançou a altura de sua

grandeza?
O Reino de Gana alcançou a altura de sua grandeza durante o reinado de Tenkamenin (1037-1075). Através de sua administração cuidadosa do comércio de ouro pelo deserto do Saara na África Ocidental, o império de Tenkamenin floresceu economicamente.

6- Como acontecia a sucessão do trono? Explique.

Quanto à sucessão ao trono, ela era matrilinear: era o filho da irmã do rei que lhe sucedia. Segundo Ki-Zerbo, o um escritor árabe  dizia que era para assegurar que o sucessor fosse sempre de sangue real, já que seu filho poderia não ser realmente seu filho.

7- O que faziam quando morria o gana? Explique.

 Quando morria o gana, erguia-se uma grande cabana de madeira para acolher seu corpo. Ali se colocavam suas vestes, suas armas, os objetos que usara para comer e beber, e comida e bebidas. Conduziam-se para dentro do que sera o túmulo os criados que tinham servido ao rei. Ki-Zerbo diz que isso era para prevenir que não ocorreriam envenenamentos. Vedava-se a porta.
8- Quando o reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais
de crise?

 O Reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais de crise com o esgotamento das minas de ouro que sustentavam a sua economia. Além disso, após o século VIII, a expansão islâmica ameaçou a estrutura centralizada do governo.



9- Como o reino de Gana foi dividido? Explique.

10- Pesquise sobre as religiões de Gana e escreva
explicando.

11- Inserir três imagens com legendas sobre gana.
12- Inserir um vídeo do you tube sobre a história de gana.


 Imagem relacionada
Bandeira de Ghana (história da bandeira)  
Ela é composta de três faixas horizontais: vermelha (superior), amarelo e verde (as cores do continente Africano ).
Em seu centro está uma estrela negra com cinco ramos lembrando o fato de que é o primeiro país em África a ter independência no século XX.
Esta é a bandeira oficial do Gana desde 6 junho 1957. 
Vermelho: Representa o sangue derramado nas guerras de independência
Amarelo: Simboliza a riqueza mineral do país
        Verde: Representa a riqueza natural e as florestas do país
      A estrela negra simboliza a liberdade da África.